Nesta segunda-feira, 26, a Colômbia e a Venezuela reabriram suas fronteiras, que estavam fechadas totalmente desde 2019. Os países, que compartilham uma aérea fronteiriça de mais de 2,2 mil quilômetros, romperam relações diplomáticas há três anos.
A reabertura, por enquanto, será parcial. A ideia é retomar tanto o trânsito de pessoas quanto o comércio bilateral na fronteira. Os pontos que voltarão a operar são a Ponte Simon Bolívar — uma das mais movimentadas da América do Sul —, que liga San Antonio del Táchira (Venezuela) e Cúcuta (Colômbia), e a Ponte Francisco de Paula Santander, de Ureña (Venezuela) a Cúcuta.
Nicolás Maduro fechou a travessia em agosto de 2015, quando expulsou os colombianos que moravam na fronteira e rompeu a relação com o governo colombiano. Dez meses depois, em 2016, houve uma reativação parcial do fluxo de pessoas, até janeiro de 2019, quando foi rompida a relação entre os dois países.
Na época, o ditador mandou colocar contêineres e blocos de concreto nas principais pontes da fronteira entre os dois países. Naquela ocasião, o regime venezuelano tratou de bloquear a entrada de caminhões com ajuda humanitária, em parte fornecida pelos EUA, que o líder opositor Juan Guaidó queria introduzir na Venezuela.
O acordo foi coordenado pelo presidente da Colômbia, o esquerdista Gustavo Petro — eleito em junho deste ano, — e o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. Refazer os laços com Caracas foi uma das controversas prioridades da campanha de Petro, primeiro presidente de esquerda do país.
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